17 de outubro de 2018

Resultados do I Censo Simultâneo de Aves de Rapina nos Campos Gerais do Paraná


* por: Willian Menq.
No dia 29 de setembro aconteceu o 1º Censo Simultâneo de Aves de Rapina no Paraná, organizado pelo Instituto Neotropical de Pesquisa e Conservação e site Aves de Rapina Brasil, com apoio do Parque das Aves, IAP/Parque Estadual do Guartelá e Museu de História Natural “Capão da Imbuia”.

3 de agosto de 2018

I Censo simultâneo de aves de rapina nos campos gerais paranaenses

Dia 29 de setembro de 2018 ocorrerá o 1º censo simultâneo de aves de rapina no Paraná, organizado pelo Instituto Neotropical, pelo site Aves de Rapina Brasil, com apoio do IAP, Museu de História Natural Capão da Imbuia e Parque das Aves. O censo será realizado na região dos campos gerais, principalmente nos municípios de Tibagi, Jaguariaíva, Piraí do Sul, Castro, Carambeí e Ponta Grossa.

O objetivo do censo será registrar a presença de qualquer espécie de ave de rapina diurna (Accipitridae, Falconidae e Cathartidae) na região, com atenção especial as espécies raras e ameaçadas de extinção.

16 de julho de 2018

Os gaviões-pega-macaco de Campo Grande (MS)

*por: Willian Menq
O gavião-pega-macaco (Spizaetus tyrannus) é um velho conhecido dos observadores de aves de Campo Grande, MS. Ele é frequentemente avistado nas áreas verdes da cidade, especialmente na região do Parque das Nações Indígenas, Parque do Prosa e nos arredores do campus da UFMS. De aparência inconfundível, vocaliza com frequência durante seus voos circulares pela manhã.

21 de maio de 2018

A coruja nova do Pico da Neblina

Reprodução: BBC News. 
Em novembro do ano passado, o ornitólogo Luís Fábio Silveira encontrou uma nova espécie de coruja nas florestas do Pico da Neblina.

*por: Willian Menq. 
Durante a primeira grande expedição científica a uma das regiões mais remotas da Amazônia, o Pico da Neblina, o ornitólogo e curador do Museu de Zoologia da USP, Luís Fábio Silveira, encontrou uma nova espécie de coruja para o Brasil (e para a ciência). A nova espécie pertence ao gênero Glaucidium, foi coletada a cerca de 2.200 m de altitude, bem na parte alta do pico.

9 de maio de 2018

Testando o Merlin para identificar aves de rapina

*por: Willian Menq.
Ontem resolvi testar o Merlin para identificar aves de rapina. Para quem não conhece, o Merlin é um aplicativo desenvolvido pelo laboratório de Ornitologia da Cornell University, é gratuito e está disponível para sistemas iOS e Android.

O aplicativo promete realizar mágicas na identificação de aves. Possui um sistema que consegue identificar as aves a partir de fotos (Merlin Foto ID) usando poderosos algoritmos de visão computacional e tecnologia de aprendizagem profunda.

25 de abril de 2018

Novo site Aves de rapina Brasil está no ar!

*por: Willian Menq.
Finalmente está no ar o novo site Aves de rapina Brasil (www.avesderapinabrasil.com.br), com novo conteúdo e visual.

O site traz informações detalhadas e atualizadas de todas as 99 espécies de rapinantes com ocorrência no Brasil, com textos originais compilados através de mais de 300 referências bibliográficas e observações de campo minhas e de outros pesquisadores.

4 de outubro de 2017

Os sovis-do-norte (Ictinia mississippiensis) já estão aparecendo no Brasil

Sovi-do-norte registrado por
Fabyano Costa, em Terenos/MS
04/10/2017.
*por: Willian Menq.
Hoje pela manhã, 04/10/2017, os observadores de aves Fabyano Costa e Wagner Freitas registraram um bando de sovi-do-norte (Ictinia mississippiensis), com aproximadamente 20 indivíduos, sobrevoando a área rural de Terenos/MS, município vizinho a Campo Grande. É o primeiro registro da espécie em território brasileiro para a temporada de 2017/2018.

Essa espécie tem como destino final o norte da Argentina, Paraguai e o pantanal brasileiro, provavelmente o bando registrado pelos observadores estavam de passagem pela região. Não é a primeira vez que os sovis-do-norte são avistados na região Campo Grande.

29 de setembro de 2017

As “nuvens de migrantes” que cruzam a América do Sul em outubro.

"Nuvem de migrantes" no México.
Foto: Pablo Camacho.
Nas próximas semanas, grupos com milhares de rapinantes migratórios oriundos do hemisfério norte vão cruzar a floresta amazônica, especialmente os Estados do Acre e oeste do Amazonas.

*por: Willian Menq. 
No mês de outubro, milhares de rapinantes migratórios da América do Norte podem ser avistados cruzando os países da América Central e do Sul. Na Costa Rica, por exemplo, é possível avistar mais de 8 mil indivíduos em pouco menos de três horas, tornando-se verdadeiras “nuvens de migração”. No Brasil, no entanto, são raríssimos os avistamentos das nuvens de migrantes.